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A ciência explicada

Os terpenos, a linguagem química da tua planta.

Moléculas aromáticas produzidas pelas glândulas resinosas (tricomas) da flor, ditam o seu aroma e sabor, e participam no carácter único de cada variedade.

200+terpenos identificados na cannabis
8dominantes usadas no nosso quiz
0,5–5%de la massa seca da flor
Flor de cannabis CBD com tricomas visíveis 1 2 3
TERPÈNES ICI
Tricomas ao microscópio
1💎Tricomas Glândulas resinosas microscópicas onde são sintetizados os terpenos e canabinoides (CBD, CBG, CBN…). Quanto mais a flor tiver, mais rica em aromas e compostos ativos será.
2🟠Pistils Filamentos laranja ou vermelho — órgãos femininos que capturam o pólen. A sua cor evolui com a maturidade da flor (branco → laranja → âmbar).
3🌿Cálices & folhas de açúcar Pequenas folhas cobertas de tricomas situadas entre as flores — concentração aromática muito elevada. São elas que dão o aspeto «gelado» a um belo bud.
1💎Tricomas Glândulas resinosas microscópicas onde são sintetizados os terpenos e canabinoides (CBD, CBG, CBN…). Quanto mais a flor tiver, mais rica em aromas e compostos ativos será.
2🟠Pistils Filamentos laranja ou vermelho — órgãos femininos que capturam o pólen. A sua cor evolui com a maturidade da flor (branco → laranja → âmbar).
3🌿Cálices & folhas de açúcar Pequenas folhas cobertas de tricomas situadas entre as flores — concentração aromática muito elevada. São elas que dão o aspeto «gelado» a um belo bud.
Saber tudo · leitura longa

O guia completo dos terpenos.

Da molécula ao frasco, passando pelo tricoma: tudo o que precisas de saber para perceber o que se esconde por trás do aroma de uma boa flor.

01

🧬Uma molécula, centenas de variantes

Os terpenos são para a planta o que o ADN é para o ser humano: a expressão química de uma identidade.

Os terpenos são hidrocarbonetos voláteis pertencentes à grande família dos isoprenóides. A sua unidade de base é o isopreno, uma pequena molécula com a fórmula C₅H₈ que a planta monta como peças de Lego.

Consoante o número de unidades combinadas, falamos de:

  • Mono-terpenos (2 unidades, 10 carbonos) — os mais voláteis e aromáticos: mirceno, limoneno, pineno, linalol…
  • Sesqui-terpenos (3 unidades, 15 carbonos) — mais pesados, mais persistentes: cariofileno, humuleno.
  • Di- e tri-terpenos (4-6 unidades) — menos aromáticos mas estruturalmente importantes: é aqui que se encontram, por exemplo, os precursores dos canabinóides.

Quando um terpeno é oxidado ou modificado (grupo álcool, aldeído, cetona…), torna-se tecnicamente um terpenóide. O linalol, por exemplo, é estritamente falando um terpenóide. No uso corrente, utiliza-se indistintamente «terpeno» para as duas famílias — é o que faremos aqui.

Mais de 200 terpenos diferentes foram identificados na cannabis. Na prática, porém, 8 a 10 dominam amplamente cada perfil — são esses que encontras no nosso quiz e nos nossos spider charts.

💡

Um mesmo terpeno pode existir sob várias formas (enantiómeros) que cheiram de maneira diferente. O D-limoneno cheira a laranja, o L-limoneno cheira a terebintina. A planta sintetiza maioritariamente as formas «agradáveis».

02

🛡️Porque é que a planta os produz?

Si a planta os produz, é porque precisa deles. Os terpenos são o seu exército invisível.

Os terpenos não são um capricho estético da natureza. Para a planta de cannabis, são ferramentas de sobrevivência indispensáveis. Foram-lhes identificadas pelo menos quatro funções principais:

1. Repelir predadores. O mirceno e o pineno têm uma ação inseticida ligeira. O cariofileno irrita o palato dos ruminantes. O linalol perturba certos fungos. Uma flor rica em terpenos é menos atacada.

2. Atrair polinizadores. As notas florais (linalol, terpinoleno) e frutadas (ocimeno) sinalizam a maturidade da planta aos insetos polinizadores — mesmo que o cannabis se reproduza principalmente por via sexual e não por polinização entomófila.

3. Proteção UV e antimicrobiana. A camada resinosa formada à volta das flores filtra uma parte dos UV nocivos e inibe certas bactérias e bolores. É uma mini-camada de ozono aromático.

4. Comunicação vegetal. Certas plantas vizinhas detetam estas moléculas voláteis no ar e ativam preventivamente as suas próprias defesas. Sim, as plantas 'conversam' quimicamente entre si.

É também por esta razão que as flores de cannabis (e os seus tricomas) estão maciçamente concentradas em terpenos durante a fase de floração — é o momento em que a planta é mais vulnerável, e em que mais precisa de se defender.

03

💎Onde são armazenados exatamente?

Le «givre» que tu vois sur une belle fleur, c'est de la chimie pura.

A olho nu, vemos uma espécie de «geada» branca nas boas flores. Com lupa (como na imagem principal lá em cima), descobrimos estruturas bolbosas chamadas tricomas.

Mais precisamente, são os tricomas glandulares capitados — uma espécie de pequenos cogumelos microscópicos de 50 a 100 micrómetros, compostos por uma cabeça esférica assente numa haste fina. É nessa cabeça, formada por células secretoras especializadas, que são sintetizados simultaneamente os terpenos E os canabinoides (CBD, THC, CBG, CBN…) pelos mesmos mecanismos enzimáticos.

Os tricomas não estão distribuídos uniformemente pela planta:

  • Cálices (invólucro das flores): densidade máxima.
  • Folhas de açúcar (pequenas folhas entre as flores): muito densas.
  • Folhas grandes em leque: quase nenhuma.
  • Caules e raízes: nenhum tricoma glandular.

Esta concentração explica por que razão o hash — produzido por separação mecânica (dry sift) ou a frio (bubble hash, ice-o-lator) dos tricomas — pode atingir concentrações de canabinoides 3 a 5 vezes superiores às da flor de origem. É pura cabeça de tricoma comprimida.

💡

A cor dos tricomas indica a maturidade da flor: transparentes (imaturo, perfil energizante), leitosos (pico, equilíbrio), âmbar (maduro, perfil mais relaxante). É a referência n.º 1 dos cultivadores para decidir quando colher.

04

🌱A viagem: da semente ao frasco

O perfil terpénico de uma flor nunca é fixo. Constrói-se, atinge o seu auge e depois degrada-se.

O perfil terpénico de uma flor evolui em cada etapa da sua vida. Conhecer esta viagem ajuda a perceber por que razão duas flores da mesma variedade podem cheirar de forma diferente.

1. Germinação & crescimento vegetativo

Produção muito reduzida. A planta mobiliza a sua energia para a fotossíntese, o crescimento das folhas e o desenvolvimento radicular. Os primeiros tricomas aparecem no final da fase vegetativa.

2. Floração (semanas 3-8 após fotoperíodo 12/12)

É a explosão terpénica. Os tricomas formam-se em grande quantidade nos cálices e folhas de açúcar. A sua cor evolui nesta ordem: transparentes → leitosos → âmbar. O perfil aromático muda semana após semana, tornando-se mais complexo e mais «pesado».

3. Colheita

Momento crucial que determina o perfil final:

  • Colhida cedo (tricomas ainda transparentes/leitosos) → perfil «alto» (head high), energizante, mais pineno e terpinoleno.
  • Colhida tarde (tricomas âmbar) → perfil «baixo» (body high), sedativo, mais mirceno, linalol e cariofileno degradados.

4. Secagem (7-14 dias)

A flor perde 60 a 70% da sua massa em água. Demasiado rápida ou demasiado quente → perdem-se os terpenos mais voláteis (pineno, limoneno evaporam-se a partir dos 30°C). Uma boa secagem faz-se lentamente, a 18-20°C, 50-60% de humidade, no escuro.

5. Cura (curing, 2-8 semanas em frasco)

Uma etapa muitas vezes negligenciada e, no entanto, essencial. Em frasco hermético, aberto alguns minutos por dia (burping), o perfil terpénico estabiliza-se. As notas «verdes» clorofílicas desaparecem, a expressão aromática arredonda-se e intensifica-se.

6. Armazenamento prolongado

Após 12 meses, mesmo em condições ideais, alguns terpenos oxidam-se ou evaporam-se por micro-fugas. Um bud antigo não é mau, mas o seu perfil muda: torna-se mais «plano», as notas vivas esbatam-se. O ideal: consumir nos 6-12 meses após a colheita.

💡

É o processo de cura em frasco que separa uma flor simplesmente boa de uma flor excecional. Todas as nossas flores cb'dé são curadas no mínimo 3 a 4 semanas antes de serem embaladas.

05

🔬Como se medem (e porque é que as % variam)

Dois lotes da mesma variedade podem diferir entre 30 a 50%. É normal, e é isso que faz parte do que é vivo.

Os laboratórios utilizam principalmente duas técnicas de medição:

  • GC-MS (cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massa) — a referência para identificar e quantificar com precisão cada terpeno presente numa amostra.
  • HPLC (cromatografia líquida de alta eficiência) — sobretudo utilizada para os canabinoides, mas pode também medir certos terpenos termossensíveis.

Um terpeno mede-se em % da massa seca ou em mg por grama. Alguns valores de referência de concentração:

  • Flor «clássica»: 0,5-1,5% de terpenos totais.
  • Flor «rica»: 2-3%.
  • Flor excecional: 4% e mais (raro).
  • Hash de qualidade: pode ultrapassar 6-8% (concentração mecânica dos tricomas).

Porque é que as % variam entre duas colheitas?

Uma flor não é um produto industrial calibrado. O seu perfil depende de variáveis ambientais e de cultivo:

  • Genética (o fator n.º 1 — o «cultivar» define o potencial)
  • Clima & estação (temperatura, exposição solar)
  • Solo e substrato (terra, hidroponia, tipo de nutrientes)
  • Stress hídrico no final da floração (um stress controlado aumenta a produção de tricomas)
  • Momento exato da colheita (com 3 dias de diferença, o perfil muda)
  • Qualidade da secagem e da cura

É por isso que indicamos os perfis numa escala relativa 0-1 (em relação ao terpeno dominante da variedade) em vez de valores absolutos de laboratório. Esta representação mantém-se visualmente e funcionalmente válida mesmo que as concentrações exatas variem de colheita para colheita — o equilíbrio relativo entre os terpenos é, em larga medida, conservado para uma mesma genética.

06

🧠Terpenos e efeitos: o que sabemos, o que supomos

A investigação está apenas a começar. Eis o que é sólido, e o que ainda está por confirmar.

A ciência em torno do efeito de entourage é recente. O artigo fundador foi publicado pelo neurologista americano Ethan Russo no British Journal of Pharmacology em 2011. Desde então, a investigação avança, mas continua a ser emergente. Aqui fica uma análise honesta do estado do conhecimento.

O que está bem documentado

  • Os terpenos são psicoativos a nível olfativo. A sua inalação modifica a atividade do sistema límbico (sede das emoções, da memória e da motivação) — é o próprio princípio da aromaterapia, reconhecido desde a Antiguidade e confirmado pela imagiologia cerebral moderna.
  • Vários terpenos atravessam a barreira hematoencefálica (Russo, 2011). Podem, portanto, atuar diretamente no sistema nervoso central, e não apenas através da olfação.
  • O β-cariofileno é uma exceção fascinante: é o único terpeno conhecido por se ligar diretamente aos recetores CB2 do sistema endocanabinóide, o que o torna tecnicamente um canabinóide funcional. É um dos terpenos mais estudados pelas suas propriedades anti-inflamatórias.
  • Os terpenos modulam a farmacocinética dos canabinóides: podem abrandar ou acelerar a absorção do CBD/THC, modificar a sua biodisponibilidade e até influenciar a sua afinidade com os recetores.

O que continua hipotético

  • A amplitude exata do efeito de entourage no ser humano. A maioria dos dados provém de estudos in vitro (células em placas de Petri) ou em animais. Os estudos clínicos controlados em dupla ocultação em seres humanos continuam a ser raros e frequentemente de pequena escala.
  • As doses «terapêuticas» precisas para cada terpeno isolado. Faltam ainda estudos de dose-resposta rigorosos.
  • As interações terpeno-terpeno dentro de um perfil completo. Estamos apenas a começar a modelizá-las.

A postura certa

Considera os terpenos como um complemento sensorial e experiencial ao CBD e aos canabinóides — não como um medicamento. Participam na identidade única de uma variedade e na qualidade da experiência do consumidor, o que já é imenso. Mas não estamos numa lógica de prescrição clínica, e ninguém sério te deveria dizer «toma mirceno para tratar a tua insónia».

💡

A palavra certa: terpeno ≠ remédio. É um contribuidor de experiência. Se procuras um efeito terapêutico preciso, consulta um profissional de saúde — não uma loja de CBD.

8 terpenos dominantes

Cada terpeno, uma assinatura.

Mais de 200 terpenos identificados na cannabis, mas 8 dominam claramente. Aqui estão os seus aromas e os efeitos que lhes são comummente associados.

Mirceno

β-myrcène

Manga madura, terroso, almiscarado, frutos silvestres — nota redonda e quente.

😌 Relaxamento💤 Sono💪 Alívio da dor
Também em : Manga, tomilho, lúpulo, erva-limão, manjericão

Limoneno

D-limoneno

Limão, casca de citrinos, frescura viva e efervescente.

🧘 Anti-stress😄 Bom humor🎯 Foco
Também em : Limão, laranja, toranja, hortelã-pimenta

Pineno

α-pineno

Pin, resina de floresta, abeto fresco — nota verde e limpa.

🎯 Foco🧠 Memória🫁 Brônquios
Também em : Pin, alecrim, manjericão, casca de laranja

Linalol

Linalool

Lavanda, floral suave, baunilha — nota cremosa e tranquila.

💤 Sono🧘 Anti-stress😌 Acalmar
Também em : Lavanda, manjericão doce, pau-rosa, coentro

Cariofileno

β-caryophyllène

Pimenta preta, especiado, amadeirado — nota picante e quente.

💪 Anti-dor🧘 Anti-stress🛡️ Anti-inflamatório
Também em : Pimenta preta, cravinho, lúpulo, canela

Humuleno

α-humuleno

Lúpulo, terra húmida, madeira fumada — nota rústica.

😌 Calmante🛡️ Anti-inflamatório🍃 Bactericida
Também em : Lúpulo, sálvia, ginseng, manjericão sagrado

Terpinoleno

Terpinoleno

Floral frutado, herbáceo, suave — nota leve e complexa.

⚡ Energia🎨 Criatividade🛡️ Antioxidante
Também em : Maçã, cominhos, lilás, noz-moscada, alecrim

Ocimeno

β-ocimeno

Suave, herbáceo, fresco — nota verde e mel.

🧘 Anti-stress😄 Bom humor💆 Descontração
Também em : Hortelã, salsa, manjericão, orquídea, manga
Por detrás das moléculas

Efeito de entourage, aromaterapia, e o que sabemos (mesmo).

A ciência em torno dos terpenos ainda é jovem. Aqui estão as hipóteses mais documentadas e o que ainda está em fase de exploração.

🌐

Efeito de entourage

A hipótese formulada pelo Dr. Ethan Russo (2011) postula que os canabinóides (CBD, THC, CBN…) e os terpenos atuam em sinergia: a combinação produz um efeito diferente — muitas vezes mais completo — do que cada molécula isolada. Este é o argumento-chave a favor das extrações 'Full Spectrum'.

Russo, British Journal of Pharmacology, 2011
🧪

Aromaterapia

Inalados, os terpenos interagem com o sistema olfativo e o sistema límbico (sede das emoções e da memória). É isso que explica por que razão um aroma — de lavanda, de pinho, de citrinos — pode modificar o teu estado de forma quase imediata, independentemente do CBD.

Leafly · Healing Clinics · farmacologia clássica
⚖️

Limites & quadro legal

Nenhuma virtude terapêutica é reivindicada para os nossos produtos. O CBD e os terpenos não tratam doenças, nem substituem um tratamento médico. A investigação avança, mas as provas clínicas sólidas continuam limitadas em humanos. Consulta um profissional de saúde se tiveres dúvidas.

ANSM · OMS · quadro regulamentar FR

📚 Sources :

Leafly · Terpenes glossary · Leafly · Aromatherapy · The Healing Clinics · Veriheal · Royal Queen Seeds

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Important — Apenas pedagógico

Esta página tem uma finalidade pedagógica. Os terpenos e o CBD não são medicamentos — não é feita qualquer alegação terapêutica. Podem contribuir para um estado geral de bem-estar, sem substituir uma opinião médica. Se estás a tomar algum tratamento, estás grávida ou a amamentar, consulta o teu médico antes de qualquer consumo.

Perguntas frequentes

As perguntas que nos fazem com frequência.

Tudo o que sempre quiseste saber sobre os terpenos (sem o jargão).

1 Les terpènes influenciam mesmo o efeito que se sente?

A hipótese do efeito de entourage (Russo, 2011) sugere que sim: terpenos e canabinoides interagiriam em sinergia. No entanto, o debate científico ainda está em aberto, e os estudos clínicos em humanos continuam escassos. O que é certo é que os terpenos influenciam fortemente o aroma e o sabor — e, portanto, a experiência sensorial.

2 Porque é que 2 flores com o mesmo teor de CBD não se sentem da mesma forma?

Precisamente por causa dos terpenos. Duas flores com 20% CBD, mas uma dominante em mirceno (notas terrosas, perfil de relaxamento profundo) e a outra dominante em limoneno (citrinos, perfil vivo e anti-stress) vão proporcionar uma experiência muito diferente.

3 Os terpenos da cannabis são exclusivos desta planta?

Não. O mirceno também se encontra na manga, no lúpulo, na erva-limão. O pineno nas florestas de coníferas. O linalol na lavanda. É a combinação específica dessas moléculas que é singular a cada variedade de cannabis.

4 Como preservar os terpenos das minhas flores/hash?

Os terpenos são voláteis e frágeis. Para os preservar: conservação seca, fresca, ao abrigo da luz e do ar (frasco de vidro hermético), temperatura entre 15-20°C, humidade entre 55-62% (um humidipack tipo Boveda ajuda imenso). Um bom armazenamento preserva um perfil terpénico consistente durante 6 a 12 meses.

5 Vaporizar ou fumar faz diferença?

Muito. A combustão (>400°C) destrói a maioria dos terpenos. A vaporização (180-210°C) preserva um perfil terpénico muito mais completo. Vaporizar à volta de 180-190°C é o melhor compromisso entre aromas e efeitos.

6 D'onde vêm as % de terpenos nas vossas fichas?

Cruzámos várias fontes de referência americanas: Leafly (base principal), The Healing Clinics, Veriheal e Royal Queen Seeds. As % são normalizadas numa escala de 0-1 em relação ao terpeno dominante de cada variedade.

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Agora que já sabes ler os terpenos…

Responde a algumas perguntas, calculamos o teu match terpénico exato e sugerimos as variedades que realmente se encaixam em ti.

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